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Como lidar com pensamentos obsessivos?

Pensamentos obsessivos e intrusivos

Você tem pensamentos repetitivos, que te deixam incomodado? Saiba quando eles se tornam um risco ao seu bem-estar e descubra técnicas para se livrar de pensamentos obsessivos angustiantes.


O que são pensamentos obsessivos?

Pensamentos obsessivos são ideias insistentes. Ou seja, eles representam uma recorrência mental em torno de uma imagem, de uma pessoa ou de uma dúvida.

Todos já nos pegamos em preocupações com o futuro, suposições sobre resultados de um teste e imaginações exageradas sobre o porquê de uma mensagem não respondida.

Nessas horas, é normal que nos ocorram hipóteses catastróficas como parte da previsão.

Afinal, não podemos ignorar. Na incerteza, há sempre um espaço para o viés negativo.

Isso acontece às vezes com você?

Aceite e fique tranquilo — não podemos controlar 100% de nossos pensamentos.

Mas e se o pensamento obsessivo não for exatamente uma exceção? Se aquele assunto incômodo se faz presente na maior parte do tempo? Se aquela pergunta sempre aparece, nos deixando inseguros sobre o que fizemos, o que não fizemos e como iremos fazer “se…”?

Será que, nessas circunstâncias, o pensamento insistente ainda pode ser considerado como parte aceitável de nosso processo mental?

Você sabe identificar o pensamento obsessivo?

Vamos começar por este ponto, para deixar claro o tipo de pensamento que não te beneficia — e, talvez, seja o sinal de um transtorno mais significativo.

Já adiantamos que, se você nota que pensa repetidamente em certos problemas, mas os considera de forma produtiva, não deve se preocupar.

A situação apenas se complica quando essas recorrências não levam a lugar algum.

Ou melhor, levam sempre ao mesmo ponto — formando um círculo vicioso tóxico.

Tem dúvidas se a sua fixação de pensamento é útil ou não?

Então veja se ela se assemelha às descrições listadas abaixo.

Características de pensamentos obsessivos negativos

  • Ocorrem dezenas de vezes ao dia.
  • Costumam ser irracionais ou, no mínimo, de lógica duvidosa.
  • Surgem do nada, sendo difícil descartá-los ou substituí-los por outro assunto.
  • Se manifestam em horas inoportunas, como momentos antes de dormir, logo ao despertar ou durante conversas.
  • Assumem o controle da mente, atrapalhando a concentração.
  • Nos trazem interpretações terríveis sobre o que pode acontecer — parecendo cada vez mais reais, na medida que se repetem.
  • Induzem à reavaliação de eventos e atitudes do passado — não com o objetivo de superação, mas apenas à ruminação de culpas e arrependimentos.
  • Levam a uma autocrítica excessiva, que resulta em sensações de vergonha, impotência e baixa autoestima.
  • Não conduzem a soluções efetivas e sim a novas preocupações.
  • Podem se traduzir em impulsos ou atos repetitivos (compulsões) que servem para “silenciar”, temporariamente, a ansiedade da obsessão.
  • Também podem gerar evitações — em relação a lugares, objetos, situações — a fim de afastar fantasiosas consequências catastróficas.

Se essas descrições sugerem algo familiar sobre a forma como você lida com determinado assunto, ative seu sinal de alerta.


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Exemplos de pensamentos obsessivos

Dentre os os tipos de pensamentos obsessivos mais comuns, podemos citar:

  • medo de se machucar ou ferir outra pessoa;
  • pensamentos perturbadores sobre atividades sexuais inadequadas;
  • medo de se contaminar ou ficar doente;
  • extrema necessidade de organização, limpeza ou simetria;
  • preocupação insistente com pequenas coisas (como trancar a porta e desligar o fogão);
  • foco excessivo em superstições, ideias religiosas ou morais;
  • avaliações exageradas quanto a sintomas físicos ou determinadas partes do corpo (consideradas desajustadas);
  • medo de que aconteçam tragédias com entes queridos;
  • pensamentos violentos, que envolvem situações de morte e suicídio.

Nota:

Esses são apenas alguns exemplos de pensamentos obsessivos.

A lista, certamente, não inclui uma série de outras possibilidades que podem se traduzir em ideias fixas desgastantes.


Por que temos pensamentos obsessivos?

O que leva a mente a ficar presa em pensamentos negativos?

É comum que o pensamento obsessivo seja uma resposta a momentos de estresse, medo ou mau humor.

Nessas ocasiões, nosso processo de reflexão se vê prejudicado, gerando ideias pessimistas e exageradas.

Certamente, muitas pessoas têm pensamentos indesejados, fatalistas e assustadores quando se sentem inseguras.

Em circunstâncias normais, tais ideias são descartadas rapidamente, pois são consideradas “bobagens” sem sentido.

No entanto, se o pensamento intrusivo acometer alguém que, de algum modo, esteja perturbado emocionalmente, sua recusa pode não ser tão simples.

Em resumo, tudo depende de nossos mecanismos de enfrentamento perante os cenários mentais que cogitamos.

São cruciais para essa equação:

  • a forma como avaliamos a nós mesmos e aos outros;
  • o estilo de criação e educação que recebemos;
  • nossos valores;
  • crenças;
  • a relação com a autoestima;
  • experiências pessoais.

Assim, por mais que o pensamento inapropriado desafie a lei da probabilidade, ele parece sensato — desde que encontre ideias receptivas.

Segundo a psicoterapeuta Olga Gonithellis, em artigo publicado no site Healthyplace, os pensamentos obsessivos sempre têm um propósito: distrair de questões mais profundas, evitar (e alimentar) medos ou criar “uma falsa sensação de segurança, fazendo você acreditar que, ao pensar em uma situação, está fazendo algo a respeito”.

A psicoterapeuta alerta que os pensamentos obsessivos, quando não confrontados, tendem a se reforçar.

“Simplesmente envolver-se em pensamento obsessivo pode dar ao seu cérebro a mensagem de que o objeto da obsessão ‘vale a pena ficar obcecado’ e, portanto, o hábito de fazê-lo se amplia. Quase como coçar uma coceira para aliviá-la, apenas para perceber que a sensação de coceira agora é mais forte”.

Possíveis causas de pensamentos repetitivos

Considerando as explicações acima, podemos dizer que o motivo de termos pensamentos intrusivos pode estar relacionado a:

  • traumas emocionais;
  • excesso de responsabilidades;
  • perfeccionismo;
  • ansiedade;
  • preocupação com resultados ou eventos que representam mudanças de vida;
  • insegurança;
  • medo;
  • pensamentos supersticiosos;
  • períodos de elevado estresse cotidiano.

Conteúdo relacionado: Síndrome do pensamento acelerado (SDA): será que você sofre desse mal?


O pensamento obsessivo pode ser sintoma de um transtorno mental?

O principal motivo para se preocupar com o pensamento obsessivo é sua frequência e intensidade.

Se ele parece moldar sua personalidade, interfere em sua qualidade de vida e prejudica sua rotina, há um forte indício de que as ideias intrusivas sinalizam mais do que um estado mental passageiro.

Nesses casos, os pensamentos obsessivos podem estar associado a condições como:

  • perturbação obsessiva compulsiva (POC) ou transtorno obsessivo-compulsivo (TOC);
  • síndrome do pânico;
  • transtorno de ansiedade generalizada (TAG);
  • depressão clínica;
  • depressão pós-parto;
  • transtorno dismórfico corporal (TDC);
  • distúrbio de acumulação;
  • transtornos alimentares;
  • fobia social;
  • transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).

Conteúdo relacionado: Ciúme excessivo pode ser sinal de TOC?


Como se livrar de um pensamento obsessivo?

Uma vez que o pensamento obsessivo pode ser sintoma — ou consequência — de uma condição de saúde mental, o caminho mais eficaz para obter ajuda é conversar com um psicólogo.

Atualmente, muitos profissionais oferecem consultas de terapia online (se quiser entender melhor como essa prática funciona, dê uma lida no texto Terapia online: esclareça suas dúvidas sobre atendimento psicológico via internet).

Mas, além de buscar orientação profissional, você pode experimentar algumas técnicas de enfrentamento e ver como se sai.

Maneiras de controlar pensamentos obsessivos

Agora, você deve estar se perguntando: como parar de ter pensamentos obsessivos? Existe um jeito simples de se ver livre de imagens e ideias perturbadoras que, de tempos em tempos, dominam a mente?

A primeira coisa que você precisa saber é que não há uma “cura” para pensamentos negativos.

Nosso cérebro procura por problemas a resolver, como forma de garantir sobrevivência.

Assim, muitas vezes, ele se ocupa com previsões e revisões de atos passados, garimpando erros que devem ser evitados.

Nesse processo, é natural que surjam julgamentos incômodos.

Impedir que apareçam, portanto, é impossível. Faz parte da evolução e configuração da espécie humana.

A chave da questão está em como avaliamos e enfrentamos esses pensamentos.

Se não lhes oferecemos uma contrapartida — que pode ser, simplesmente, a habilidade de esquecê-los — eles persistem no diálogo interno, firmando raízes.

Pensamentos obsessivos, portanto, são como vícios: transformam aquilo que deveria ser passageiro num hábito.

E como abandonar um vício?

Não há um caminho simples e igual para todos.

Mas estas estratégias podem ajudar:

1. Descubra quais são os gatilhos dos pensamentos obsessivos

Pensamentos invasivos podem parecer totalmente aleatórios, mas, na verdade, não costumam ser tão arbitrários assim.

Tente identificar o contexto no qual ocorrem as ideias negativas.

Geralmente, elas estão conectadas com certos elementos do ambiente, nosso estado físico e mental.

Entendendo quais eventos desencadeiam os pensamentos negativos, é possível se preparar melhor para enfrentar situações desafiadoras.

2. Escreva seus pensamentos obsessivos

Use papel e caneta ou seu smartphone, não importa.

Quando se pegar pensando no assunto que o perturba, anote o que lhe vem à mente e registre como está se sentindo.

Sua mente pode se concentrar menos nesses pensamentos angustiantes quando tiver a oportunidade de processá-los de maneira diferente, escrevendo-os.”, afirma o psicólogo clínico Daniel Sher, em artigo no site Calm Clinic.

3. Interrogue seus pensamentos obsessivos

Se ignorar o pensamento não funciona, pode ser útil desafiá-lo.

Portanto, questione:

  • O pensamento corresponde a um fato?
  • Representa uma verdade incontestável ou apenas um ponto de vista?
  • Há um modo mais realista e assertivo de interpretar a situação?
  • Esse pensamento é útil?
  • Qual a verdadeira probabilidade de se concretizar?

Quanto mais repetimos um raciocínio, mais ele se torna crível e imperativo. A ideia desse exercício é trazer dúvida frente às convicções negativas — trazendo à tona seus pontos fracos e falhos — a fim de reduzir seu caráter absoluto.


Conteúdo relacionado: Preocupação excessiva: como evitar?


4. Pratique atenção plena

Desvie, intencionalmente, da obsessão.

Mude o foco de sua concentração para uma circunstância do presente.

Pode ser o ritmo de sua respiração ou estímulos (táteis, sonoros, visuais, gustativos e olfativos) perceptíveis no momento.

Essa técnica ajuda a tirá-lo do labirinto dos pensamentos e deixá-lo mais conectado com a realidade, sendo também eficiente para controlar a ansiedade.

O psicólogo Kevin Hyde, em entrevista ao site Bustle, dá a seguinte orientação:

“Depois de reconhecer a presença do pensamento, passe 5 minutos observando as coisas na sala. Ao explorar as coisas ao redor da sala como você nunca viu antes, descrevendo sua cor, textura, sombras, etc. você está mantendo sua mente no momento presente e tornando mais difícil se deixar levar pelo pensamento intrusivo. Sempre que você perceber que o pensamento o levou embora, simplesmente reconheça-o novamente e volte a notar a sala.”

5. Crie um plano de ação

Os pensamentos obsessivos estão relacionados a um problema real que você precisa enfrentar?

Se há uma pendência efetiva que os justifique, analise o que está sob seu controle fazer para encerrar o assunto.

Determine um passo a passo que o tire do “campo das conjecturas”, substituindo ideias fixas (e inertes) por atitudes concretas.

6. Saia para uma caminhada

A mudança de cenário é útil para “atrapalhar” os pensamentos intrusivos.

Se uma caminhada não for possível — quando os pensamentos acontecem durante o trabalho ou numa ocasião social, por exemplo — tente, ao menos, se afastar do ambiente em que está.

Ir ao banheiro e lavar o rosto ou uma discreta circulada para pegar um café já deve surtir efeito.

Dê um passeio lá fora. Isso lhe servirá muito mais do que andar em sua mente.” — Rasheed Ogunlaru

7. Visualize uma placa de “pare”

Ou qualquer outra imagem que você considere fácil de acionar assim que perceber a manifestação de ideias angustiantes.

Concentre-se na imagem que evoca a interrupção e tente sobrepô-la aos pensamentos perturbadores.

8. Ocupe-se com alguma tarefa

Ação é um ótimo antídoto contra ansiedade e pensamentos obsessivos.

Qualquer coisa — como arrumar uma gaveta ou ler um artigo na internet — é um recurso válido.

Mas tente privilegiar atividades que exijam foco, fazendo com que a ruminação se torne inviável.

Pensamentos intrusivos muitas vezes chegam até nós quando nossos cérebros estão quietos ou quando estão sobrecarregados e estressados. Quando não há nada acontecendo ou muito acontecendo, os pensamentos intrusivos são acionados. Ao encontrar uma atividade que envolve totalmente a nossa concentração, os pensamentos muitas vezes passam para o segundo plano. Música, filmes, uma conversa com alguém, um esporte, hobby ou atividade podem envolver nosso cérebro em outra coisa“, afirma o cientista comportamental Joshua Klapow.

9. Ligue para um amigo

Confie em “outros cérebros” para avaliar seu problema.

É possível que você obtenha soluções ou perspectivas que não lhe ocorreriam.

Na verdade, o simples fato de narrar os problemas em voz alta já contribui para melhor controle dos pensamentos.

Além disso, ao se sentir compreendido e saber que você tem uma rede de apoio traz conforto, impedindo a sensação de total desamparo que as obsessões costumam causar.

10. Faça terapia

Vamos enfatizar esse tópico, pois terapia é sempre uma boa escolha.

O processo psicoterapêutico desenvolve autoconhecimento, autoconfiança e proporciona formas mais saudáveis de enfrentamentos.

Quando os pensamentos obsessivos invadem o dia a dia — repercutindo em decisões práticas, trabalho, estado de humor e relacionamentos — o acompanhamento psicológico deve ser considerado não apenas como uma alternativa e, sim, uma prioridade.

Segundo o Dr. Joshua Klapow, em entrevista ao site Bustle, os pensamentos obsessivos podem ser “uma resposta de trauma não resolvido, um distúrbio de ansiedade ou uma resposta de luto que não foi processada”.

Por conta desses sentidos velados — difíceis de serem descobertos e gerenciados sem auxílio profissional — a consulta com um psicólogo é tão incentivada.

Se você tiver dúvidas sobre o processo terapêutico, pode escrever suas perguntas no campo dos comentários (no final deste post).


Leia também: Como organizar os pensamentos: 4 maneiras de colocar as ideias em ordem


Clínica de Psicologia Nodari
Especializada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
Atendimentos Particulares em Psicoterapia e Avaliação Neuropsicológica

Está localizada na Vila Mariana, São Paulo/SP
11 99725-4565

Comentários

Respostas de 87

  1. Agradeço demais pelas dicas e por compartilharem esse rico conhecimento. Fortalece bastante quem precisa.

  2. O melhor artigo sobre o tema que li até hoje! Parabens! eu sofro há muitos anos com isso e atualmente tem estado mais forte. Estou decidida a cuidar do problema, pois o que mais gostaria na vida é de sentir a leveza que esses pensamentos tiram. Ninguem merece viver assim, é muito angustiante!

  3. Adorei o conteúdo apresentado. Bastante profissional e comprometido com a melhoria do paciente!!!!
    Obg!

    1. Boa tarde Maria,
      Ficamos felizes que adorou o texto.
      Muito obrigada pelo comentário, é gratificante ler esses elogios.
      Volte sempre que desejar, esperamos proporcionar ótimas leituras. =D

  4. Boa noite estou a 5 anos com, problemas de autoconfiança cai no álcool ao ponto de beber, até dar convulsão, já só faço uma refeição diária, tenho pensamentos q n são de min. Sinto tanta tristeza, q agora mesmo estou a ter um turbilhão de emoção, só por tá a escrever pra vcs. Preciso de ajuda! Tds a minha volta já tentaram ajudar. Mais estou sempre a pensar, q existe um interesse, por de traz das ” ajudas” mesmo eu n tendo nada para oferecer, pouco a pouco estou me tornando pior q lixo, pois abandonei até minha família. 🙁

    1. Boa tarde Aguiar,
      Não é fácil mesmo lidar com os pensamentos obsessivos, esses pensamentos podem prejudicar nossa autoconfiança, autoestima, entre outras coisas.
      A terapia cognitivo comportamental é muito recomendada nesses casos. Ela é focada em ensinar como esses pensamentos funcionam e formas de lidar com eles. E em alguns casos, é recomendado a procura de um psiquiatra. Considere buscar ajuda de um psicólogo e de um psiquiatra, acredito que possam te auxiliar.

  5. Bom dia
    Estava lendo a matéria sua muito enteressante.
    Eu tenho um relacionamento a 22 anos ,já tivemos muitas brigas e separações, mas quando brigamos eu na hr falo a ela suma de minha vida nunca mais te quero depois de dias me arrependo sofro de mais por ela dis não querer.
    Aí fico insistindo e acaba voltando mas na mesma semana q volto já me errependo de ter voltado., aí começa denovo os desprezos as implicâncias.
    Afinal hj já tá fazendo 16 dias q estamos separados e eu sofrendo de mais o pq disso me dis

    1. Boa tarde Daniel,
      Acredito que a terapia pode te auxiliar a lidar com esses sentimentos. A terapia cognitivo comportamental é muito recomendada para essas situações, por ser uma abordagem focada na mudança de comportamentos e pensamentos. Considere buscar terapia.

  6. Meu filho de 9 anos me confidenciou que está tendo pensamentos intrusivos sobre homoafetivos. Disse não querer pensar nisso mas não consegue e que isto o está incomodando muito, não quer pensar mas não tem como controlar, isso sempre vem à sua mente. Sugeri um acompanhamento profissional, mas ele foi irredutível e não quer que ninguém mais saiba sobre isso. Como posso ajudá-lo.

    1. Boa Tarde Ramona,
      Recomendamos que busque conversar com um psicólogo. O profissional irá te auxiliar nesse processo de como você pode ajudar seu filho a lidar com esses sentimentos.

  7. Meu namorado tem obsessão por um amor da adolescência que não foi correspondido e que causou muitos traumas na vida dele. O problema é que anos depois a pessoa foi atrás dele e desde então a vida dele se tornou um caos. Ela fracassou na vida e foi procurar a única pessoa que enxergava algo nela ou que podia ajudá-la. Esse problema só aumenta parecendo que nunca vai acabar. Ele acha que ela precisa dele e não consegue se desligar e logicamente isso atrapalha muito nossa vida que na maior parte do tempo é muito boa e feliz. E pra piorar ela diz que o ama, o que deve mexer ainda mais com a cabeça dele, e sinceramente não acredito no sentimento dela, acho que eh um ato desesperado por não ter conseguido ter nenhum relacionamento na vida. Sei que o mais inteligente seria ir embora da vida dele, mas me preocupo pq vejo que é uma coisa doentia e ele mesmo reconhece isso e não se ve tendo algo a mais com ela (apesar de na cabeça dele isso ecoar bastante). O que posso fazer para ajudá-lo e para conseguir salvar nossa relação? As vezes me sinto sem saída

    1. Bom dia, Aline.
      Sabemos o quanto é difícil viver em um relacionamento assim. Mas acredito que um psicólogo pode te auxiliar a entender esses sentimentos, ele está treinado para te ouvir sem julgamentos. Considere buscar um psicólogo.

  8. bom dia , sou solteira e isso me encomoda muito pois quero a todo custo um relacionamento, porem devido a religiao nao quero qualquer pessoas , somente da minha religiao , tenho boa aparencia mais sou timida ao extremo ,sei que posso encontrar alguem pois sou jovem 19 anos mais nao quero ficar so de jeito nenhum , ja faz um ano que estou assim . nao tenho paciencia de jeito nenhum , queria muito que me apresentasem alguem , mais nao quero pedir…… obrigada pela materia

    1. Bom dia Maria.
      A terapia cognitivo comportamental é uma abordagem focada na mudança de comportamentos e pensamentos, o que ajuda efetivamente no tratamento. Considere conversar com um psicólogo para que ele possa te auxiliar com esses pensamentos.

    1. Oi,Rodrigo.
      Obrigada pelo feedback. Ficamos contentes que o artigo te agradou.

  9. Ao ler a matéria me senti conversando com alguém e compreendida. Me sinto presa e com uma má moral pelos meus pensamentos. Espero que seja algo passageiro e possa me curar. Obrigada pelas informações

    1. Oi, Mary.
      Muito gratificante saber que se você sentiu compreendida. Mas lembre-se que você não precisa lidar com isso sozinha, um psicólogo pode te auxiliar.

  10. Esse artigo ajudou muito. Muito obrigado por ter dedicado tempo em escrevê-lo e por compartilhar.

    1. Oi, Leonardo.
      Muito gratificante saber que nosso artigo te ajudou. Escrevemos com muito carinho. Obrigada!

  11. Bom dia, todos os dias quando acordo pela manhã sempre vem uma música na cabeça, independente de tê-la ouvido durante o dia ou não. Comecei a procurar resposta sobre o caso e percebi que pode ter relação a pensamentos obsessivos. Além da procura de um psicólogo ou psiquiatra, existe algum chá que sirva pra auxiliar no tratamento?

    1. Boa noite, Wagner.
      Confesso que essa não é uma área que domino.
      Sei que nenhum chá tem evidências científicas de que ajude, de forma eficiente, nesses casos. Só não sei dizer se tiveram estudos suficientes para tentar provar a eficiência.

  12. Bom dia,

    Eu tenho problemas com pensamentos diarios, sobre qualquer assunto, acredito que eu fico mais preocupado quando o assunto é familia, pode acontecer qualquer coisa com alguém da familia, exemplo, briga, discussões etc.. meu pensamento fica só nisso, fica remuendo todos os dias, fico com medo, ansiedade, quero me esconder, só dormi para esquecer as coisas. sou muito perfeccionista, inseguro. teria que buscar qual tipo de ajuda????

    1. Boa tarde, Carlos.
      Acredito que a Terapia Cognitivo Comportamental pode te ajudar, por ser uma linha da psicologia muito recomendada para esse tipo de situação. Ela é focada em ensinar como esses pensamentos funcionam e formas de lidar com ele.

  13. Mano, eu tô passeando por uma fase, em que todos esses sintomas apresentado acima, estão acontecendo comigo, isso tá atrapalhando o meu sono, tá atrapalhando o meu dia a dia, eu não sei se realmente o que eu tenho é TPOC, afinal eu ainda não fui a um psicólogo, e tbm não vou me alto-deagnosticar, pois não sou um psicólogo ou especialista, mas mesmo assim obrigado pela matéria vou tenta fazer os passo a passo acima, pra vê se amenizar isso que eu tô sentindo

    1. Oi, Danilo.
      Ficamos felizes que gostou da matéria. O passo a passo pode te ajudar a amenizar os sintomas, mas como você mesmo disse, para diagnosticar e tratar é importante procurar um psicólogo ou psiquiatra.

  14. Estou muito mal,passei por violência psicóloga no passado, peguei depressão, agora descobri que estou com outro poblema saúde, estou muito fraca emocionalmente, que qualquer coisa que uma determinada pessoa faca eu coloco na cabeça e não consigo tirar, é orrivel… Estou sofrendo muito, só consigo pensar negativo sobre tal pessoa, e não consigo me concentrar em outras coisas, é orrivel, isso está se repetindo como no passado com meu ex marido… Sofri muito, agora tá se repetindo tudo d novo, más acho agora que é minha cabeça q não está bem… Além do meu poblema d saúde, agora estes pensamentos negativos está me atrapalhando muito… Está muito difícil… Me ajudem… obrigada

    1. Oi, Noeli.
      Imagino como deve estar sendo difícil para você conviver com essa situação.
      Infelizmente não é possível te ajudar por mensagem. A melhor ajuda que consigo dar é recomendar que procure ajuda de profissionais especializados.Em algumas situações podem ser indicados tratamento com psicólogo e psiquiatra para tratar os pensamentos obsessivos e os outros sintomas que eles causam.

  15. Estou com meu marido a 7 anos , sempre fui loucamente apaixonada moramos juntos dois anos até que do nada começou surgir em mim um pensamento de separação nada tava bom , quando estava com ele era pior ainda .
    E aquela angústia tomava conta de mim eu não conseguia aceitar isso o por que de ter que me separar de um home maravilhoso que sempre deu tudo de si para sua família, eu era extremamente feliz até surgirem esses pensamentos em mim .
    Infelizmente não consegui e me separei , continui na mesma por que me perguntava o tempo todo por que eu tive que acabar com meu casamento.
    Ficamos dois anos namorando e depois tivemos um filho , resolvemos voltar a morar juntos e eu parece que já não pensava tanto naquilo mais , agora a dois meses comecei a pensar em tudo de novo 😢
    Não sei oq fazer só passa na minha cabeça o tempo todo que tenho que me separar e ficar solteira

    1. Olá, Jaqueline!
      Considere fazer terapia. Ao conversar com um psicólogo, você pode encontrar a ajuda que está procurando.

  16. Muito obrigado pela a explicação estou desesperado já não sei mas oq faço.😓😩
    Tenho medo de não sair dessa mais vou procurar uma ajuda médica.

    1. Olá, Talles!
      Excelente sua decisão. Buscar ajuda profissional será, sem dúvida, muito benéfico.
      A terapia irá te auxiliar a encontrar novas formas de lidar com suas emoções e pensamentos.

  17. Tenho pensamentos de morte com familiares e amigos penso até eles no microterio. Preciso muito de ajuda 😔😔

    1. Olá, Girlene!
      Esse texto foi feito pensando em oferecer um primeiro contato com o tema, para aqueles que têm esses tipos de pensamentos. Mas apenas o acompanhamento com os profissionais adequados — como psicólogo e psiquiatra, se necessário — podem te ajudar de forma efetiva.

  18. Hoje tenho 17 anos, e tenho tido pensamentos que me incomodam muito com bastante frequência. Sofro com isso desde os 13 anos, e por mais que tento resolvê-los sozinho, eles acabam voltando inevitavelmente. Vou procurar ajuda pois isso com certeza irá me ajudar.

    O mais engraçado é que são pensamentos que têm uma probabilidade extremamente mínima de se concretizarem, mas mesmo assim me incomodam…

  19. Olá, eu comecei a ter pensamento do tipo *Já pensou você machucando a sua família, como você ficaria*, *você tem que acabar com esse seu relacionamento*

    Sendo que meu relacionamento é muito bom pra mim, e quando vem esses pensamentos sinto um frio tão grande na barriga e o coração acelera, isso são pensamento obsessivos?

    1. São pensamentos intrusivos, na verdade, que podem ser obsessivos se forem repetitivos.
      Um psicólogo pode ajudar a identificar e a buscar formas de lidar com esse tipo de pensamento.
      A terapia cognitivo comportamental é muito recomendada nesse caso, por trabalhar com treinos e estratégias.

  20. Agradeço muito por poder ter esta leitura, de certa forma me aliviou e me confortou por saber que isso tem solução. Vou procurar terapia para poder lidar com isto. Sozinho não é fácil.

    1. Ótima iniciativa! Sozinho costuma não ser fácil mesmo.
      Muito bom saber que o texto, de alguma forma, pode ser útil para você.
      Boa sorte em sua busca!

    1. Oi Gabriela! Que bom que a leitura te agradou…
      Muito obrigada por deixar seu comentário!
      E seja sempre bem-vinda aqui no blog — espero poder proporcionar outras leituras interessantes para você 😉

  21. Achei incrível!! Me incentivou a buscar mais sobre e a começar a trabalhar- não trabalhar, mas simplesmente deixar ir. Esses dois vídeos abaixo me ajudaram muito! Espero que possa ser de serventia e desejo toda a sorte do mundo para passar por essa! É bem complicado mas 100% tratável, viu, jovem?

    Obrigado!!!

    youtu.be/uje_Exg5sbs
    youtu.be/5IQ3eZwWK_s

  22. Os conteudo é otimo……mas lidar com pensamentos nao esta sendo facil,aparecem como uma bomba tentando derrubar,procuro sempre desviar o foco,mas tem momentos que do nada volta,creio que seja o medo que carrego a muito tempo achando que é algo normal,ate que um dia isso aumentou….e hoje preciso enfrentar,estou na fila de espera a passar por um psicologo,por enquanto indo em roda de conversa com a psicologa.

    1. Não é fácil mesmo lidar com os pensamentos obsessivos, mas você está no caminho certo buscando ajuda.
      Atividade física regular pode te ajudar enquanto não inicia o tratamento.
      Boa sorte!

  23. Me sinto impotente,uma angustia horrivel,como se eu estivesse muito errado por causa de um pesamento que não quero ter e não consigo controlar.

    1. Infelizmente esses são os sentimentos que os pensamentos obsessivos costumam causar.
      O psicólogo e psiquiatra conseguem te ajudar a melhorar o sofrimento. Procure ajuda, é muito difícil lidar com isso sozinho.

  24. Acordei 4h da manhã e desde então não consigo dormir. É horrível me sentir impotente dentro do meu próprio corpo e mente, ainda mais estando grávida.
    Pelo menos descobri que não sou a única e que tem como controlar. Muito obrigada!

    1. Oi Vitória!
      É sempre bom saber que, de algum modo, conseguimos trazer informações que representam apoio e ajuda.
      Muito obrigada por sua mensagem!

      1. sou adolescente, já sinto pensamentos obsessivos já tem algum tempo, desde um mês pra cá, eles vieram forte, e qualquer coisa já me faz pensar nisso. os únicos momentos que eu fico normal é quando vou me divertir, jogando, que é pouco. os piores momentos são antes de dormir e quando vou estudar, as vezes me sinto tão horrível, que dá vontade de sumir, as inseguranças tomam conta e me fazem maximizar coisas que, talvez, nem foram tão graves assim, acho que vou tentar fazer terapia.

        1. Faz terapia sim, ajuda muito a controlar esses pensamentos e melhorar a qualidade de vida. Eles causam muito sofrimento, ainda mais se tiver que lidar sozinho.

  25. Achei a matéria muito esclarecedora! Vou buscar ajuda psicóloga logo! Não posso deixar isso me vencer!

    1. Que bom que a matéria te ajudou, Lucas!
      Isso mesmo: cuide-se bem.
      Investir no próprio bem-estar sempre resulta num retorno surpreendente.
      Um grande abraço pra você!

        1. Olá, Daniel!
          Fico muito feliz ao saber que o texto foi útil para você!
          Muito obrigada por compartilhar seu feedback.

  26. Meu relacionamento de dois anos com uma mulher que ainda amo muito terminou há quase dois meses. Tenho tido pensamentos obsessivos todos os dias, o tempo todo, lembrando dos nossos bons momentos. Isso está me fazendo muito mal, pois a tristeza por saber que acabou se instala logo ao acordar e persiste por todo o dia. Sinto vontade de chorar o tempo todo e mal consigo dar conta de fazer o básico. Já estou em uma depressão profunda, tomando antidepressivos e ansiolitico e fazendo psicoterapia em uma faculdade há mais de um mês, mas não melhora. Sei que é dependência emocional. No combo disso vem uma baixa autoestima, falta de confiança em mim mesmo e tudo de ruim. Tenho consciência de tudo o que acontece comigo e sei que isso não é normal. Não sei mais o que faço, minha vida está travada e a angústia é muito grande. Tenho mais de 40 anos, não sou mais um adolescente pra ficar emocionalmente descontrolado desse jeito.

    1. Oi Marcus.
      Imagino como deva estar se sentindo. Todo término já é difícil. Quando ainda se ama, então…
      Esse processo de luto precisa ser vivido, para não levar mais tempo do que o necessário.
      Considero uma forma melhor de lidar com a dor da perda, ao invés de se julgar duramente, aceitar que essa é uma condição na qual a ausência de sofrimento é que seria incomum.
      O luto tem 5 fases: a negação, raiva, depressão, barganha (momento em que ficamos pensando em tudo o que devíamos ter feito de diferente para dar certo) e aceitação. Tentar fugir de qualquer uma dessas fases te deixa mais preso ao luto, fazendo girar em círculos.
      Nesse momento, tenta só acreditar que tudo passa, inclusive a dor. E não desiste de continuar se cuidando.

  27. Interessando o artigo, eu tenho pensamentos que não saem da minha cabeça, motivos pelo fim de um relacionamento, isso me deixou muito mal, sem confiança em mim mesmo.

    Tenho procurado a 3 anos meios de esquecer tudo que passou e não consigo, vou procurar ajuda.

    1. Imagino como deva estar se sentindo. É comum, após um término de relacionamento com alguém que gostávamos, buscarmos nossa culpa e nos condenarmos por isso. Mas nenhum relacionamento termina pelos erros de uma única pessoa. Cada um tem 50% de responsabilidade.
      Quando esses sentimentos duram por tanto tempo, é importante procurar um psicólogo, porque começa a causar prejuízos e pode levar a uma depressão, por exemplo.

      1. Gostei pois minha esposa nao abre para dialogarmos sobre questões profundas, como esta e as causas, e para mm foi como um diálogo muito importante para que eu compreenda algumas situações da mente humana!
        Muito esclarecedor!
        Obrigado!

        1. Que bom saber que, de algum modo, o conteúdo que compartilhamos foi útil para você.
          Muito obrigada por compartilhar seu comentário.
          Seja sempre bem-vindo aqui no blog — espero que você possa encontrar outras leituras interessantes!
          Abraço

      2. Achei muito boa a matéria, gostaria de saber se tem algum livro que possa comprar para estudar mas sobre o assunto?

        1. Claro! Recomendo em especial esses dois livros: “Vencendo a ansiedade e preocupação com a terapia Cognitivo Comportamental” de David A. Klark e Aaron T. Beck e “Vencendo o Transtorno obsessivo-compulsivo – Manual de terpia cognitivo-comportamental para pacientes e terapeutas” de Aristides V. Cordioli.
          Espero que goste!

      1. Bom dia. Uma pessoa meu superior no trabalho me causava medo, sacrifício e ansiedade de ir trabalhar. Nunca sabia com estar ou agir porque me sentia pressionada e com medo de errar. Havia dias aceitáveis, outros implicava com o que eu fazia. Trabalhávamos com crianças e ela critica os miúdos e suas vidas familiares… Também tem sempre muitas perguntas. Sinto me intimidada pela sua presença física, mesmo ao longe mas na mesma tua, pois ela não me fala mas vê sempre o meu filho mais novo que está na mesma escola que ela. Eu já não estou na mesma escola, mas ela parece achar que eu falo mal dela pro meu filho, então faz questão de passar na mesma rua que nós todas as manhãs e põe se a olhar. Não fala mas incomoda me. Ela sabe que consegue isso em mim. Andava bem, agora só aquela criatura domina meus pensamentos todo o dia e traz mau estar familiar e pessoal! Não sei mais o que fazer bloqueio com aquela pessoa ao pé de mim e só desejo não a ver!!

        1. Olá, Ana!
          A terapia pode te ajudar a lidar com suas questões.
          Considere procurar um psicólogo para obter orientações.

    1. Muito gratificante receber seu feedback, Ubaldo!
      Espero que possamos te oferecer outras leituras interessantes aqui no site.
      E, se quiser deixar alguma sugestão de assunto para abordarmos, por favor, fique à vontade!
      Abraço!

      1. Artigo muito interessante, me achei, me ajudou está rápida leitura e só posso dizer a vocês da Clínica Nodari. Muito obrigada. Gratidão!!!

    2. Estava em busca de uma orientação para auxiliar um paciente e a forma que vocês trouxeram o conteúdo me ajudou bastante. Obrigada

      1. Olá, Ingrid.
        Ficamos felizes que nosso conteúdo te ajudou. Seja sempre bem-vinda em nosso blog.

    1. Obrigada pelo comentário, Denis!
      Espero que nosso site possa te oferecer outras leituras interessantes.
      Abraço!

        1. Oi, Regina!
          Agradeço muito por deixar seu comentário.
          Conhecer a opinião de quem lê o texto é sempre um grande privilégio.
          E, quando vem em forma de elogio, tal retorno é especial.
          Abraço!

          1. Achei o conteúdo muito interessante e útil ao abordar o assunto. Parabéns

          2. Oi, Elias!
            Obrigada por compartilhar seu comentário.
            Que bom que o texto foi útil para você!
            Sinta-se sempre muito bem-vindo aqui no blog!

        2. Mudei para uma casa nova e tudo aqui da errado, a casa é velha e tem uma energia pesada. Tudo quebra da errado e depois de estar aqui só penso q vou perder minha família q um dia eles vão morrer e vou ficar sozinha . Penso em perder eles o tempo todo. Meus dias são de angústia, medo. Achei q era por causa da gravidez mais agora q meu BB nasceu parece q está piorando

          1. Boa noite, Larissa.
            Se está piorando, talvez seja o caso de você procurar ajuda profissional. Vai ficando cada dia mais difícil lidar com toda essa angústia. Não tente lidar com isso sozinha.

        3. Boa tarde! Excelente o artigo de vocês, eu sofro com essa doença na forma grave há 21 anos , tenho toc onde se tornaram múltiplas obsessões envolvendo coisas religiosas e existenciais , na verdade são auto obsessões com sintomas fisicos muito graves como síndrome do intestino irritado , urgência urinária, insônia crônica e muito medo mesmo sabendo que são da minha própria imaginação, é muito triste e incapacitante, não vivo vegeto .

          1. Boa tarde Elias,
            Que bom que gostou do artigo e sentimos muito que se sinta assim, mas considere fazer terapia. A terapia pode te auxiliar com essas questões.E se achar necessário, busque um profissional da saúde.

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Clínica de Psicologia Nodari

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