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Nervosismo: sintomas e formas de controlar

Nervosismo: sintomas e formas de controlar

Saiba como lidar com os sintomas do nervosismo, usando métodos práticos para controlá-lo em qualquer situação.


Descubra, neste texto:


Para entendermos o que é nervosismo, sintomas característicos da condição devem ser nosso ponto de partida.

Afinal, é muito fácil confundir emoções quando não sabemos, exatamente, como identificá-las.

Será nervosismo ou ansiedade?

É nervosismo ou estresse?

Depois de verificar quais são os sintomas de nervosismo, você conseguirá diferenciá-lo de problemas mais sérios — como síndrome de burnout ou transtorno do pânico, por exemplo.

Portanto, dê uma boa conferida nas listas abaixo.

Se, ao final da leitura, você tiver outras dúvidas sobre nervosismo (suas causas, possíveis consequências ou tratamento…), escreva suas perguntas no espaço de comentários!

Nervosismo: sintomas físicos

Você sabe o que o nervosismo pode causar no corpo?

Veja quais são os efeitos mais comuns:

  • tremedeira nas mãos;
  • suor;
  • batimentos cardíacos acelerados;
  • rubor facial;
  • respiração curta e/ou ofegante;
  • falta de ar;
  • tontura;
  • vertigem;
  • visão embaçada;
  • sensação de formigamento ou dormência em partes do corpo;
  • ondas de calor ou frio repentino;
  • gagueira;
  • boca seca;
  • agitação motora;
  • sensação de paralisia;
  • rigidez, fraqueza ou tensão muscular;
  • dor de cabeça;
  • náuseas;
  • necessidade de urinar;
  • zumbido nos ouvidos;
  • sensação de “embrulho” no estômago.

Conteúdo relacionado: Somatização: quando o corpo reflete as dores da mente


Nervosismo: sintomas comportamentais

Os sintomas físicos do nervosismo, que listamos acima, ocorrem sem que você possa ter qualquer controle sobre eles.

Nesse ponto é que os diferenciamos dos sinais comportamentais.

Podemos dizer que o comportamento é uma resposta que a pessoa apresenta em função do que sente.

Mesmo que não seja totalmente consciente, é uma escolha.

Logo, é possível interromper ou modificar tais atitudes.

Para ilustrar, quando falamos em nervosismo, sintomas comportamentais incluem:

  • roer as unhas;
  • falar muito rápido ou com tom de voz alterado (muito baixo ou mais alto que o normal);
  • usar muitas desculpas e se autocorrigir a todo momento;
  • agredir verbalmente;
  • jogar ou quebrar objetos;
  • ter explosões de raiva;
  • fumar em excesso;
  • beber ou comer compulsivamente;
  • demonstrar dificuldade de ficar parado;
  • andar de um lado para o outro;
  • contorcer as mãos;
  • morder os lábios;
  • ranger ou apertar os dentes;
  • evitar contato visual;
  • apresentar postura encolhida — ombros curvados, braços cruzados, mãos entre as pernas ou nos bolsos…

Nervosismo: sintomas psicológicos

Por fim, vamos listar os sintomas de nervosismo que não são visíveis — mas que determinam, em grande medida, o comportamento de uma pessoa nervosa.

Dentre eles, podemos citar:

  • dificuldade de formular pensamentos;
  • impaciência;
  • vontade de chorar;
  • aborrecimento;
  • humor autodepreciativo;
  • irritabilidade;
  • desatenção;
  • medo;
  • pensamentos obsessivos ou perturbadores;
  • concentração prejudicada;
  • impulsividade;
  • preocupação exagerada;
  • apatia;
  • dificuldade de tomar decisões;
  • sensação de “branco mental” (esquecimentos repentinos);
  • se assustar facilmente.

Conteúdo relacionado: Síndrome do pensamento acelerado (SDA): será que você sofre desse mal?


Observações importantes sobre os sintomas de nervosismo

Embora desagradáveis, os sintomas do nervosismo são reações normais aos momentos de grande excitação ou estresse.

Sempre que, de alguma forma, nos sentirmos em “perigo” — real ou imaginário — vamos ter reações semelhantes àquelas que listamos acima.

Ao falar em público, fazer uma prova de direção, ir a uma entrevista de emprego…

Mesmo que contra a nossa vontade, é comum que o nervosismo apareça.

E, já que o nervosismo é uma resposta a uma situação, ele — e todos os seus sintomas — deve sumir quando o obstáculo (ou perigo) for superado.

Contanto que isso aconteça, não temos motivos para nos preocupar.

Embora sempre seja útil saber como controlar o nervosismo, a princípio, ele não significa um problema maior.

No entanto, o quadro é outro quando os sintomas se tornam muito frequentes. Ou muito intensos.

O nervosismo crônico ou excessivo pode ser indício de uma condição mental que exige mais cuidados.

Nesses casos, talvez você tenha até dificuldade de dizer quais são as causas do nervosismo, pois ele se torna seu “humor habitual”.

Se você se identifica com essa descrição, converse com seu médico de confiança e busque avaliação de um psicólogo.

O “estado nervoso” persistente coloca em risco tanto a sua saúde física quanto a mental.

Para você ter uma ideia, doenças cardíacas, envelhecimento precoce e depressão são exemplos de possíveis prejuízos que o nervosismo pode causar à sua saúde.

sintomas de nervosismo
Quando o nervosismo se torna frequente e intenso, ele coloca em risco sua saúde cardíaca e seu bem-estar emocional. Aprenda a identificar os sinais de alerta dessa condição.

Sinais de ansiedade e nervosismo exagerado

Conforme explicamos acima, as sensações, comportamentos e pensamentos associados ao nervosismo frequente podem se tornar bem problemáticos.

E, quando ele se torna frequente, os sintomas também se agravam.

Sendo assim, no caso de constante nervosismo, sintomas que podem ser notados incluem:

  • sensação de não conseguir relaxar;
  • distúrbios do sono (insônia, pesadelos, sono agitado ou excessivo…);
  • sentimento de tristeza sem motivo;
  • melancolia;
  • fobia social;
  • comportamentos violentos;
  • baixa autoestima;
  • maior propensão a infecções (pois o sistema imunológico fica debilitado);
  • mudanças no apetite;
  • perda ou ganho de peso;
  • alergia nervosa (dermatite);
  • queda de cabelo;
  • problemas intestinais;
  • dores musculares sem explicação lógica;
  • enxaqueca;
  • bruxismo;
  • cansaço excessivo;
  • alterações no desejo sexual;
  • comportamentos de automutilação;
  • pensamentos suicidas.

Possíveis causas do nervosismo

Quando o nervosismo se torna corriqueiro, avalie seus hábitos e estilo de vida.

Ele pode ser o reflexo de:

  • noites mal dormidas;
  • excesso de cafeína;
  • sedentarismo;
  • desorganização;
  • falta de autoconfiança;
  • pressão no trabalho;
  • perfeccionismo;
  • problemas de relacionamento;
  • preocupações financeiras;
  • efeito colateral de medicamentos.

Como controlar o nervosismo: 15 maneiras de recuperar a calma em momentos de estresse

Infelizmente, não podemos excluir os estados de nervosismo de nossa rotina.

Ou melhor, não temos como evitar que imprevistos aconteçam e garantir serenidade inabalável diante de desafios.

Contudo, podemos aprender a gerenciar melhor nossas emoções.

Quero dizer: não podemos mudar o que nos acontece. Mas podemos mudar a forma como pensamos sobre tais acontecimentos.

Para isso, é interessante aprender táticas que te permitam controlar o nervosismo em qualquer situação. Contar com alguns “truques na manga” para afastar aquelas ondas de ansiedade que te impedem de pensar direito. E saber como recuperar o controle do corpo.

Ou, pelo menos, conseguir dar um basta na tremedeira que te faz parecer inseguro.

Quer aprender métodos que funcionam na hora de amenizar o nervosismo, sintomas de ansiedade, estresse e outros tantos mal-estares?

Então confira as recomendações e técnicas a seguir.

1. Controle o nervosismo com técnica de respiração

Quando o nervosismo bate à porta, acontecem várias reações que você não pode controlar.

Seus batimentos cardíacos aceleram.

O suor começa a aparecer nas mãos.

Às vezes, acontece até uma sensação de náusea, não é verdade?

Nada disso pode ser alterado pelo poder de sua vontade.

Não importa o quanto tente. Seu coração, intestino e seus hormônios não obedecem suas ordens.

Por quê?

Porque eles são gerenciados pelo sistema nervoso autônomo.

Ou seja, são respostas automáticas (e biológicas) do corpo.

Logo, você não decide nada sobre elas.

Mas há uma função, também guiada pelo sistema nervoso autônomo, que permite interferências conscientes.

Estamos falando da sua respiração.

E, se você conseguir modificar sua respiração, todo o resto do corpo irá acompanhar a nova ordem.

Quando você respira profundamente, você envia para o seu cérebro a mensagem de que está bem.

Assim, todos os sinais de alerta perceptíveis no corpo vão diminuindo.

Guarde esta dica:

  • Para vencer o nervosismo, inspire o máximo de ar que puder.
  • Segure um instante.
  • Depois, expire pela boca — como se estivesse enchendo um balão.
  • Repita algumas vezes.

A sensação de calma virá!

2. Diminua o consumo de cafeína e de outros possíveis “vilões”

O efeito do café, refrigerantes, energéticos — e até certos tipos de suplementos — pode não ser exatamente o que você espera. Em excesso, a cafeína não te deixa desperto e animado. Mas, sim, agitado e mais nervoso que o normal.

Além da cafeína, se você tem se sentido muito nervoso, experimente cortar — ou, pelo menos, reduzir — os seguintes itens em seu dia a dia:

  • açúcar refinado;
  • sucos industrializados;
  • glúten;
  • bebidas alcoólicas;
  • sal (fique atento à quantidade de sódio nos alimentos que consome);
  • frituras;
  • adoçantes artificiais;
  • embutidos;
  • fast food.

Faça o teste por uma semana, para começar. Observe as mudanças na forma como se sente após esse período.

Os impactos do “detox” vão te animar a investir numa dieta mais equilibrada.

3. Busque contato com a natureza

Um passeio ao ar livre, uma vez por semana, já é um bom começo.

4. Pegue leve com as redes sociais

Uma desintoxicação digital, de tempos em tempos, vai te mostrar benefícios que você não imagina.

5. Aprenda a controlar o nervosismo usando as mãos

Não, você não leu errado.

A ideia é, realmente, te ensinar a usar as mãos para controlar o nervosismo e a ansiedade.

Como?

Experimente técnicas de acupressão — um tipo de acupuntura que usa os dedos ao invés de agulhas.

Aqui vão algumas sugestões:

  • Pressione o polegar de uma das mãos contra a palma da outra. Mantenha a pressão por alguns segundos e depois inverta o movimento.
  • Use o dedo indicador para cobrir a região do buço. Movimente o dedo de um lado para o outro, como se estivesse fazendo uma massagem.
  • Pressione o polegar na região entre as sobrancelhas. Não precisa fazer muita força, ok?
  • Massageie seu queixo.
  • Com os dedos médios, faça pressão sobre o topo da cabeça.
  • Faça uma massagem no couro cabeludo, usando a ponta dos dedos.

6. Reduza sua desorganização

Esta dica se aplica tanto no que se refere ao acúmulo de objetos quanto ao que diz respeito à sua agenda de compromissos.

Limpar a mente — e o ambiente — aumenta sua sensação de controle sobre as circunstâncias do cotidiano.

7. Seja gentil

A prática de atos de gentileza aumenta a produção de serotonina, oxitocina e dopamina, que são conhecidos como “hormônios da felicidade”.

8. Vença o nervosismo movimentando o corpo

Qualquer atividade física vai te ajudar a aliviar a tensão.

Isso acontece porque, junto ao exercício, vem a liberação de endorfinas — hormônios responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar.

Portanto, se você tem crises nervosas com muita frequência, dê uma boa olhada em seus níveis de sedentarismo.

Pode estar aí a razão oculta de tanto estresse.

Mas… e como controlar o nervosismo na hora h?

Será que um rápido exercício físico surte efeito?

Para sua alegria, saiba que sim.

Lógico, não tem o mesmo impacto que uma atividade habitual.

Mas vai trazer algum conforto.

A regra é, simplesmente, se mexer.

Saia para uma caminhada. Suba e desça alguns lances de escada. Faça alongamentos ou poses de yoga.

Até sacudir o corpo ou pular, revezando os pés, te deixará mais tranquilo.

Enfim, faça o que for possível, considerando as limitações da situação em que está.

9. Durma de 7 a 9 horas por dia

Qualidade e quantidade de sono adequadas à sua idade e estilo de vida são essenciais para regular suas emoções.


Conteúdo relacionado: Insônia: como dormir melhor? [17 dicas]


10. Siga uma dieta saudável

O que você come tem relação direta com seu bem-estar geral.

Não tem ideia do que incluir — ou excluir — do cardápio, para melhorar seu humor?

Bem, então esta lista, com alimentos que podem ajudar no tratamento da depressão deve te dar ótimas ideias para colocar em prática.

11. Cultive um hobby

Crie espaço para momentos de lazer em sua rotina. E sem essa de dizer que não tem tempo! É, justamente, quando você acredita que “não tem tempo” para se divertir que mais precisa desses momentos.

Ter um hobby, comprovadamente, traz uma série de benefícios para a saúde mental.

Além disso, funciona como uma válvula de escape para as tensões diárias.

12. Use a tática da água para acalmar o nervosismo

Tomar um banho quente é sempre relaxante.

Mas, digamos que essa possibilidade não esteja ao seu alcance.

Como controlar o nervosismo ao falar em público, por exemplo?

Não dá para apelar a uma boa ducha!

Ou melhor, você pode até fazer isso, como precaução, horas antes.

Porém, na hora da apresentação, vai precisar de um reforço.

A dica, então, é beber um copo d’água.

A dose extra de hidratação beneficia seu corpo, ajudando a lidar com o nervosismo intenso.

Veja como controlar o nervosismo
Beba bastante água durante o dia. Caso você não saiba, a desidratação acentua o mau humor.

Além de ter propriedades calmantes, a água pode ser usada para fazer um rápido exercício de meditação.

Para tanto, não vire o copo de uma vez:

  • Beba em pequenos goles.
  • Respire profundamente nos intervalos entre um e outro.
  • Se concentre em sentir o percurso da água, começando pela sua boca.
  • Feche os olhos e mentalize cada gole avançando para todas partes do seu corpo.

Um truque extra é usar água gelada, pois dessa forma seu sensorial ficará mais ativo.

13. Aposte em calmantes naturais

Além da água, você sabe qual o melhor calmante para nervosismo?

Veja 10 opções naturais:

  1. passiflora;
  2. valeriana;
  3. erva-de-são-joão;
  4. kava-kava;
  5. camomila;
  6. melissa;
  7. chá verde;
  8. erva-doce;
  9. maracujá (suco da fruta ou chá das folhas);
  10. alface (principalmente o talo).

14. Procure estreitar seu convívio com pessoas otimistas

Cercar-se de positividade e bom humor interfere, drasticamente, em sua disposição e na forma como você interpreta os acontecimentos.

Claro, o oposto também é verdadeiro. Ou seja, relacionamentos tóxicos e contato frequente com pessoas muito pessimistas causa reflexos negativos em seu bem-estar emocional.

Portanto, fique atento às suas convivências. E saiba priorizar aquelas que te fazem bem.

15. Aprenda a controlar o nervosismo e a ansiedade a partir de seus pensamentos

Depois de reduzir a intensidade dos sintomas físicos do nervosismo, será mais fácil tomar as rédeas de seu diálogo interno.

Afinal, quando você está uma pilha de nervos, as coisas que diz para si mesmo tendem a ser bastante exageradas.

Te ocorrem impulsos, como sair correndo, desistir ou partir para o ataque.

Enfim, o nervosismo te aprisiona num raciocínio de tudo ou nada. Mistura de medo com certeza do desastre.

O problema é que nossos pensamentos alimentam nossas emoções. E acabam dirigindo nossos comportamentos.

Porém… o que é problema também é parte da solução!

Ou seja, já que emoções e comportamentos estão conectados ao que pensamos, tudo muda quando escolhemos pensamentos diferentes.

Não vou mentir, essa etapa pode ser complicada. Especialmente quando você está muito agitado.

Por isso é importante seguir as dicas para acalmar o corpo, em primeiro lugar.

Minha sugestão é que, enquanto faz os exercícios que indiquei nos tópicos anteriores, você procure conversar consigo mesmo como se fosse um bom amigo. Ou um mentor.

Desafie-se a encontrar uma perspectiva diferente sobre a situação!

Imagine outros desdobramentos. Foque em possibilidades positivas.

Treine fazer isso em momentos comuns do dia a dia.

Assim, quando uma crise nervosa der as caras, você estará afiado.

7 livros para lidar melhor com nervosismo, estresse e ansiedade

1. A mente vencendo o humor: mude como você se sente, mudando o modo como você pensa. Por Dennis Greenberger e Christine A. Padesky. Editora Artmed.

2. Atenção Plena — Mindfulness: como encontrar a paz em um mundo frenético. Por Danny Penman e Mark Williams. Editora Sextante.

3. Vencendo a ansiedade e a preocupação com a terapia cognitivo-comportamental. Tratamentos que funcionam. Manual do Paciente. Por David A. Clark e Aaron T. Beck. Editora Artmed.

4. Calma: técnicas comprovadas para acabar com a ansiedade agora. Por Jill P. Weber. Editora Latitude.

5. Diário para ansiosos: exercícios para aliviar o estresse e acabar com a ansiedade onde quer que você esteja. Por Corinne Sweet. Editora BestSeller.

6. Livre de ansiedade. Por Robert L. Leahy. Editora Artmed.

7. Dominando a ansiedade — para leigos. Por Charle H. Elliott e Laura L. Smith. Editora Alta Books.


Sua opinião

O que funciona para você quando precisa se acalmar?

Você gostaria de conhecer estratégias mais específicas, direcionadas a como controlar o nervosismo na hora da prova, por exemplo?

Conte suas experiências, deixe suas dúvidas e suas sugestões nos comentários logo abaixo!


Clínica de Psicologia Nodari
Especializada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
Atendimentos Particulares em Psicoterapia e Avaliação Neuropsicológica

Está localizada na Vila Mariana, São Paulo/SP
11 99725-4565

Comentários

Resposta de 0

  1. Estou tendo uns mal estar sou muito ansiosa e nervosa depois q meu quarto pegou fogo fiquei bem pior é muitos pensamentos negativos

    1. Olá Mônica,
      Sentimos muito que tenha passado por essa situação.Considere buscar terapia, acredito que a terapia cognitivo comportamental possa te ajudar com esses sentimentos, essa abordagem é recomendada para ansiedade e pensamentos negativos. Recomendo buscar ajuda profissional.

  2. Mim considero uma pessoa normal. nem problema de sono eu não tenho. Mas se eu tiver que assinar o nome em público, ou mim apresentar em público bate aquele nervosismo com tremores nas mãos incontrolável. Após aquela situação tudo volta ao normal!! Gostaria de entender isso, pois é muito constrangedor

    1. Olá, Fagner!
      Com a leitura de textos do blog (especialmente artigos sobre ansiedade, medo e pânico) você pode entender melhor alguns de seus incômodos.
      Porém, os textos não substituem a ajuda que um profissional pode te oferecer.
      Considere fazer terapia para aprender a lidar com suas questões.

  3. Eu estou buscando ajuda, porque tenho ficado muito nervosa, tô com tremedeira, dor de cabeça, enjôo, sou intolerante ao glúten, e sempre fui controlada em minha dieta, porque se como glúten da enxaqueca gravíssima, mas ultimamente estou comendo meus filhos fala que vou passar mal eu falo tomara que morra, meu serviço ta me estressado demais, trabalho com gente na área da saúde e todo dia tenho que atender muitos pacientes insatisfeito com o sistema sus que infelizmente não consegui atender como devia a grande demanda em que estamos, e sei que isso me causa estresse.
    Mas ultimamente não estou conseguindo o controle das situações, tenho gritado com o marido, tô muito nervosa mesmo, penso que se não cuidar vou infartar. Tenho 46 anos e precisei parar de usar o anticoncepcional por causa da idade, no mês de outubro fiz uma embolização de mioma uterino e ainda não retornei para refazer os exames , e também tenho hipotireoidismo, será que pode ser uma questão hormonal?
    Não sei o que fazer, já agendei a ginecologista mas só consegui vaga pra abril. Tenho medo de perder a paciência de vez e agredir verbalmente algum paciente do tipo insuportável.

    1. Olá, Adriana!
      Você está seguindo o caminho correto ao procurar avaliação médica.
      É imprescindível buscar as causas dos mal-estares e transtornos que enfrentamos, especialmente quando os sintomas persistem e causam prejuízo à vida diária.
      Considere, também, conversar com um psicólogo. A terapia pode trazer significativa ajuda para que você compreenda melhor as dificuldades que está enfrentando e conte com recursos para lidar com elas.
      Aqui no blog, não temos o intuito de substituir o acompanhamento profissional.
      Contudo, você pode explorar outros textos que, talvez, ofereçam mais informações e dicas interessantes, que você pode tentar colocar em prática. Sugiro que você dê uma olhada nos posts onde indicamos algumas estratégias para controlar a irritabilidade e no texto sobre estresse, onde pontuamos outras sugestões.

  4. De principio ao ler temos do nervosismo fiquei um pouco nervosa kkkk, sofro de nervosismo com apenas 20 anos por conta da minha vida pessoal, financeira, espirityal,ets
    Mas depois de ter lido o texto fiquei mais calma e segura e viu por em pratica as coisas que achei necessario. Sem mais a tecer medesperco.
    Minhas Saudacoes.

    1. Olá!
      Que bom ler seu comentário, Maria Cecilia…
      E melhor ainda é saber que, de alguma forma, a leitura te ajudou um pouco.
      Isso mesmo, experimenta as dicas que fazem sentido pra você!
      Cuide-se bem e seja sempre bem-vinda por aqui.
      Abraços!

      1. Oi boa tarde li as dicas fiquei mas calma pois minhas crises são diárias e perca no sono ai fica mas nervosa pois não consigo dormi ai as crises vem a mão começa tremer espamos musculares e só do lado esquerdo do meu corpo tava ficando preocupada pq estou tomando o calmante e a crise n passa e com as dicas q li vou comecar a mudar minha alimentação e para o sedentarismo

        1. Oi, Camila,
          Que bom que as dicas te ajudaram a ficar mais calma e te incentivaram a ter hábitos mais saudáveis.
          Continue praticando e pense sobre fazer terapia, pode te fazer bem.

          1. Bom diaa, nossa gostei muitas das sua dicas , sofro de ansiedade e nervosismo e como e extremamente complicado , já estou colocando a técnica de respiração e diminuindo o café e vou começar um exercício e peço a Deus todos os dias pra me livrar dessa mal só quem passa sabe como é difícil .

          2. Olá Josiane,
            Que bom que você gostou das nossas dicas e que está colocando em prática algumas estratégias para reduzir a ansiedade e o nervosismo. Mas também é recomendado fazer terapia, o psicólogo te auxiliar nesse processo. Considere buscar um psicólogo.

  5. Bom dia .então eu como ti ha minha casa propria e a perdi e como hoje eu vivo de aluguel.que não é nada facil .eu tenho um terreno só que estou tentando a mais de 10 anos fazer nem que seja uns três comodos pra mim ssir do aluguel.Mais ate hoje não consegui .Dai eu fico pensando como e quando vou conseguir.ai pronto eu comeco com batimento cardiaco.com medo de morrer uma dorzinha no peito e pavor e não sai da minha cabeca na hora da crise que vou morrer eu queria saber se pode ser esse poblemas financeiro que esta me afetando porque toda vez que eu penso que vou conseguir constrir pelo menos dois comodos pra mim ficar em paz da errado falta dinheiro então eu precisava ssber se É por causa dedse poblemas financeira que estou com esse sintomas lotque eu tenho arritimia cardiaca ai eu ficocom medo de ser a ritimia que esta atacada .Mais quando da essa crise eu fico achando que vou morrer ai eu timo um valmante ai pasda os sintomas sera que pode ser mesmo uma crise nervosa ja que estou uma vida tentando ir pra frente e nao consigo tudo que eu consigo acabo perdendo tudo preciso de socorro financeiro pois sou sozinha.e tenho que ajudar criar os meus netos eu não aguento mais.😭😭😭

    1. Um dos motivos pode ser a questão financeira, sim. Principalmente pela forma como você lida com ela.
      Mas a tendência é que seja um reflexo de como você lida com as situações de forma geral.
      O que significa que se você resolver a questão financeira, poderia ainda assim continuar tendo esses sintomas, por motivos diferentes.
      Procure um psicólogo para te ajudar a encontrar outras formas de lidar com os problemas, focando em buscar soluções e se cobrando menos.
      Se você tem arritmia, é muito importante tratar logo esse medo, para uma coisa não piorar a outra.

      1. Um das melhores explicações que já recebi até hoje. Obrigado. 💝 Vou seguir vocês no Instagram.

    2. Adorei esse artigo, muito esclarecedor.
      Me identifiquei com alguns sintomas físicos, comportamento, humor.
      Além de falar sobre os sintomas possíveis causas foi dado várias soluções.
      Obrigada me ajudou de verdade, parabéns pelo trabalho! Vou seguir as dicas com certeza.

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